«O primeiro despacho em que o presidente do Supremo Tribunal de Justiça sustenta a nulidade dos actos de intercepção e transcrição é de 3 de Setembro, seguido de outro de 27 de Novembro» («Todos iguais?», Pedro Lomba, Público, 5.1.2010, p. 32).
Prefiro, e creio que é a forma mais usada no mundo jurídico português, interceptação. Admito, porém, que as formas haplológicas são mais apelativas.
[Post 2981]
1 comentário:
No Brasil também será a forma preferida. Socorro-me do título de um livro lá comprado: «A prova Ilícita e a Interceptação Telefônica no Direito Processual Penal Brasileiro».
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