
Mais um choque
Por enquanto, os jornais e as revistas vão escrevendo de formas diferentes: taser, «taser», «Taser», TASER. Não sei se já existem, mas no futuro decerto haverá pistolas tasers, isto é, armas de electrochoques, fabricadas por várias empresas, semelhantes às comercializadas actualmente pela empresa Taser. De próprio, o substantivo tornar-se-á comum, como aconteceu com dezenas de outros, como gilete, x-acto e xérox (no Brasil), por exemplo. Entretanto, Taser é uma marca, e como tal tem de ser grafada. «A proposta de regulamentação sobre utilização pelos guardas prisionais de meios de defesa e segurança não letais, incluindo equipamentos TASER (arma de electrochoque) e bastões extensíveis, deve estar concluída até fins de Agosto, anunciaram ontem os serviços prisionais. Mas uma nota da Direcção-Geral dos Serviços Prisionais (DGSP) esclarece que “até à regulamentação, caso exista alguma situação crítica em que se revele necessária a utilização do equipamento TASER, tal utilização pode, excepcionalmente, ser autorizada” («Prisões vão ter electrochoque», Meia Hora, 1.7.2008, p. 4).