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1.7.08

«Taser»


Mais um choque


Por enquanto, os jornais e as revistas vão escrevendo de formas diferentes: taser, «taser», «Taser», TASER. Não sei se já existem, mas no futuro decerto haverá pistolas tasers, isto é, armas de electrochoques, fabricadas por várias empresas, semelhantes às comercializadas actualmente pela empresa Taser. De próprio, o substantivo tornar-se-á comum, como aconteceu com dezenas de outros, como gilete, x-acto e xérox (no Brasil), por exemplo. Entretanto, Taser é uma marca, e como tal tem de ser grafada. «A proposta de regulamentação sobre utilização pelos guardas prisionais de meios de defesa e segurança não letais, incluindo equipamentos TASER (arma de electrochoque) e bastões extensíveis, deve estar concluída até fins de Agosto, anunciaram ontem os serviços prisionais. Mas uma nota da Direcção-Geral dos Serviços Prisionais (DGSP) esclarece que “até à regulamentação, caso exista alguma situação crítica em que se revele necessária a utilização do equipamento TASER, tal utilização pode, excepcionalmente, ser autorizada” («Prisões vão ter electrochoque», Meia Hora, 1.7.2008, p. 4).

24.2.11

«Taser/taser», de novo

Vacilações

      Na página 19, feminino: «As Taser passaram a ser utilizadas nas prisões portuguesas na sequência de um incidente no EP de Pinheiro da Cruz, em Novembro de 2006» («Motim levou prisões a usar ‘Tasers’», Luís Fontes, Diário de Notícias, 24.02.2011, p. 19). Na página 60, masculino: «No princípio deste mês, o Presidente Sarkozy, em visita a uma esquadra em Orleães, foi apresentado a um taser: “Experimentou-o em si próprio?”, perguntou ao polícia. Este respondeu: “É a regra. Isso permite saber as capacidades do material.”» («O vídeo-choque do choque ao preso», Ferreira Fernandes, Diário de Notícias, 24.02.2011, p. 60). E não é só no género que há vacilações. Taser ou taser?aqui tínhamos visto a questão. Uma coisa é certa: a arma eléctrica usada agora na Prisão de Paços de Ferreira foi uma Taser X60. «Descarga eléctrica denominada de ondas-T altera o sistema nervoso central e a pessoa atingida cai», lê-se na infografia que acompanha o primeiro dos artigos citados.

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