21.4.08

Uso de itálico nos topónimos

Ficamos tontos


      No Público ainda não sabem se hão-de grafar Ground Zero em itálico ou em redondo. Para não errarem ou acertarem sempre, vão-no grafando das duas maneiras. Mas para quê itálico? Não é, para todos os efeitos, um topónimo? Nem eles duvidam disso, pois escrevem que a «ida ao lugar das Torres Gémeas foi um dos últimos actos da viagem» do Papa Bento XVI (21.4.2008, p. 14).
      «Papa esteve meia hora no Ground Zero, onde rezou pela paz num “mundo violento”» (António Marujo, 21.4.2008, p. 14). «Claro, há ainda o emotivo e silencioso instante no Ground Zero, mas esse é o momento que fica de recordação mediática» («Ainda melhor que o esperado», António Marujo, 21.4.2008, p. 15). «No último dia da visita, Bento XVI lê uma oração no Ground Zero (Nova Iorque) em memória das vítimas dos atentados de 11 de Setembro de 2001» («A primeira visita de Bento XVI», C. B., 14.4.2008, p. 2). «O discurso na ONU enviou mensagens em várias direcções e a ida ao Ground Zero foi o momento emotivo para a foto de recordação» («Sobe e desce», 21.4.2008, p. 44).


 

Sem comentários: