4.6.10

«Quando muito»

Outra vez?


      «Com base nas dimensões da casa, o quarto trancado à chave não seria muito grande, quanto muito seria ligeiramente mais pequeno do que o meu quarto, e talvez não fosse mais do que um cubículo» (Memória de Tubarão, Steven Hall. Tradução de José Remelhe e Luís Santos. Queluz de Baixo: Editorial Presença, 2009, p. 59).
      No máximo, se tanto — escreve-se quando muito, e já o vimos aqui mais de uma vez. Só para demonstrar que é no mais simples que muitas vezes nos espalhamos ao comprido.

[Post 3538]

Actualização em 7.06.2010

      Parece ser um erro de todos os dias: «Mas não era como se, graças a algum freudismo de ocasião, Rema viesse substituir de modo obscuro a minha mãe; quanto muito, Rema fazia com que a minha mãe parecesse, em retrospectiva, uma sombra pálida de um amor original ainda por surgir» (Perturbações Atmosféricas, Rivka Galchen. Tradução de Manuel Cintra. Queluz de Baixo: Editorial Presença, 2010, p. 65).



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